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Sáb, 16 de Outubro de 2010 00:00 |
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O lixo eletrônico e tecnológico gerado em Niterói deverá ter o caminho da reciclagem e da coleta especial para tratamento. A lei de autoria do Vereador Renato Cariello (PDT) e publicada pelo Prefeito Jorge Roberto Silveira no Diário Oficial prevê notificação e multa para os estabelecimentos comerciais e moradores que não descartarem de forma adequada o lixo eletrônico como telefones celulares, baterias, monitores e placas de computadores, eletrodomésticos e aparelhos eletrônicos. A lei dá prazo de 45 dias para que as empresas se adequem à nova legislação.
O objetivo da lei, de acordo com o Vereador Cariello é fazer com que a Prefeitura de Niterói crie locais próprios na cidade para que a população possa dar um destino final ao lixo tecnológico que poderá ser usado para reciclagem e reaproveitamento. “Vejo hoje o descarte de qualquer forma desse lixo. A lei tem o compromisso de fazer com que o descarte seja feito de forma correta, em locais apropriados, evitando que esses materiais, que tem dispositivos tóxicos em muitos deles, contaminem os leitos de rios e o solo. Hoje, o lixo tecnológico é fruto de preocupação em vários países e municípios como o nosso, onde a renda média da população é mais alta e a produção desse tipo de lixo é maior”, avalia Cariello.
Para o Verador os postos de coleta e entrega voluntária de lixo para reciclagem poderão servir também como postos de entrega do lixo tecnológico que seriam encaminhados para reciclagem. “Criar uma forma de reaproveitar este lixo é de vital importância, reciclando equipamentos e evitando o descarte indiscriminado. Um monitor de computador pode levar até 300 anos para ser decomposto na natureza”, adverte. O importante é que agora temos uma lei que regulamenta esta questão e cabe ao município criar as formas de dar destino final adequado a este lixo que cresce muito em todo o mundo.
(Fonte: Arquivos da Gazeta) |
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